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MINHOCÁRIO

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                  IMPORTÂNCIA DO MINHOCÁRIO 

A minhoca sempre mostrou ser importante na formação dos solos e na alimentação animal. Os povos Egípcios já conheciam a fertilidade das terras através do trabalho desenvolvido por esses animais. Os Orientais sempre utilizaram a carne de minhoca como um excelente complemento alimentar. Em países mais desenvolvidos como a Itália e os Estados Unidos a minhocultura é uma atividade bastante explorada e de alta rentabilidade. No Brasil, embora timidamente, o número de criadores vem crescendo mesmo lentamente. Os baixos investimentos exigidos para a criação de minhocas tem levado muitas pessoas, até mesmo leigos no assunto, a se interessarem por esta exploração como fonte de humus, carne para alimentação animal e comercialização dos organismos. Devido a sua grande integração com as diversas atividades agropecuárias, a minhocultura será indispensável, sem dúvida, em qualquer propriedade rural, quer para fins comerciais ou de subsistência.

Materiais orgânicos utilizados

 Para instalarmos um minhocário é necessário sabermos quais são os materiais que podemos utilizar bem como a quantidade que vamos dispor e qual nossa pretensão de produção.

Dentre os materiais orgânicos mais recomendados estão os estercos (bovinos, ovinos, equinos), lixo urbano, resíduos da indústria de doces e embutidos, resíduos de curtume, vinhaça, etc.

Tipos de minhoqueira

 Existem dois tipos de minhoqueira: doméstica e comercial. Caso a finalidade seja comercial é importante considerar custos com instalação, produção e transporte. Para isso é necessário que as intalações estejam o mais próximo possível do mercado consumidor.

 Minhoqueira doméstica

 Este tipo de minhoqueira visa atender a horta e o pomar doméstico, sem fins lucrativos, pois produz pouca quantidade de húmus e tem como finalidade reduzir os gastos domésticos com feiras e supermercados, além de fornecer um produto livre de agrotóxicos.

Para esta finalidade costuma-se recomendar o uso da caixa de madeira que deve, de preferência, ter as seguintes dimensões: 1,00m de comprimento, 0,60m de largura e 0,30m ou 0,20m de altura.

 Minhoqueira comercial

 Para esta finalidade são usados, geralmente, canteiros de alvenaria, podendo também serem feitos de madeira ou bambú, que devem medir: 1,00 de largura, 0,30-0,40m de altura e comprimento variável. Esses canteiros precisam apresentar um declividade mínima de 2% para facilitar a saída do excesso de água, colocando-se canos na extremidade dos mesmos. O revestimento interno dos canteiros poderá ser de cimento ou terra batida e a cobertura poderá ser feita com sombrite, telha, palha, etc.

Instalação do minhocário

 O primeiro passo a tomar é proceder a limpeza do material básico, esterco, utilizando luvas para evitar uma possível contaminação.

Caixas de madeira

A caixa poderá ou não receber no fundo uma fina camada de palha.

Proceder a limpeza do esterco, retirando: pedras, pedaços de vidro, plásticos, pedaços de madeira, minhocas nativas, enfim qualquer material estranho ao esterco.

O esterco deverá estar livre de formigas. Caso não seja possível eliminá-las, desprezar o material.

O esterco deverá ocupar 1/2 ou 2/3 da altura da caixa, devendo o restante ser ocupado pelha palha.

As minhocas poderão ser inoculadas na quantidade de 50-100 (adultas), aguardando-se a aceitação do material 24 horas, inoculando-se o restante que deverá perfazer de 300-500 minhocas.

Cobrir o material com palha.

O material estará pronto para ser peneirado dentro de 45-70 dias, se a vermicompostagem for bem conduzida.

As minhocas trabalham em conjunto. Se isto não ocorrer algo estará errado.

Abastecimento das caixas

A alimentação das minhocas deverá ser feita, de preferência com frutas e/ou verduras. Inicia-se a alimentação no mesmo dia em que as minhocas foram inoculadas ou uma semana depois. O abastecimento das caixas é feito em etapas, abrindo-se uma valeta na caixa, adicionando-se o material e tapando-se com o esterco e a palha. Este processo deverá ser repetido uma vez por semana, até que a vermicompostagem se processe.

Retirada do húmus das caixas

Existem várias maneiras de se retirar o material já processado das caixas, porém os mais simples são os seguintes:

Colocar na superfície da caixa um saco de aniagem contendo mamão ou melancia no seu interior. As minhocas irão de encontro às frutas, podendo-se retirar o material da caixa.

Adicionar frutas num canto da caixa (interior), aguardar de (5-7 dias) que as minhocas migrem para o mesmo, retirar o húmus da metade da caixa e adicionar esterco semi-curtido no local. Aguar de 5-7 dias e retirar o material do outro lado da caixa.

Peneiragem do material

Recomenda-se tres tipos de malhas para tamisamento:

Floricultura: malha de 2mm de diâmetro

Hortas e pomares: malha de 4mm de diâmetro

Lavouras em geral: malha de 6mm de diâmetro

Embalagem

O material já humificado deverá ser embalado em sacos plásticos hermeticamente fechados.

Canteiros de alvenaria

A adição do esterco nos canteiros de alvenaria deverá ser feita da maneira que o produtor julgar mais acessível, uma vez que o material precisa somente estar bem destorroado e não necessariamente bem limpo e livre de minhocas nativas. A inoculação das minhocas poderá obedecer a mesma proporção das caixas adicionando-se as mesmas a cada metro linear ou quadrado, ou poder-se-á adicionar o dobro do número de minhocas das caixas.

Neste tipo de criação não há necessidade de adição de frutas e verduras, somente se houver disponibilidade de material, colocando-se nos canteiros obedecendo a ordem feita nas caixas.

Como nos canteiros torna-se difícil separar na totalidade as minhocas, elas vão junto ao produto para peneiragem, sendo necessário separá-las posteriormente.

 Canteiros no chão

Embora não recomendados para fins comerciais (MORSELLI, 1993), podem ser usados canteiros montados no chão, os quais exigem um cuidado maior (inços, aves, ratos). Nesses canteiros a inoculação das minhocas é feita nas laterais próximo ao chão e também não há necessidade de adição de frutas ou verduras. A peneiragem do material vermicompostado deverá ser feita da mesma maneira descrita anteriormente.

Obtenção do húmus e sua comercialização

 Para obter-se um produto de boa qualidade é necessário não somente saber a procedência do esterco ou de qualquer outro material a ser vermicompostado. Torna-se indispensável um bom manejo do material: - verificar a presença de predadores, principalmente: sanguessugas, centopéias, formigas e ratos; cuidar o teor de umidade (mantido entre 50-60%); - abastecimento das caixas; temperatura entre 20 e 30 graus.

O vermicomposto destina-se aos floricultores, silvicultores, horticultores, criadores de animais em geral.

As minhocas poderão ser comercializadas com destino a: áreas de criação (minhocário), criadores de rãs, peixes, aves e para alimentação humana.

 "Ecologia se pratica conhecendo a área e avaliando a importância da preservação do meio ambiente"

 

 

                          MAIS INFORMAÇÕES

 

  1. . Vermicompostagem ou Minhocultura

    É a transformação biológica de resíduos orgânicos, onde as minhocas atuam acelerando o processo de decomposição, resultando no mais valioso e natural adubo orgânico : O Húmus

    O Húmus fabricado pela natureza, é o resultado da transformação biológica de detritos vegetais e animais. É um processo lento e demorado na qual as folhas secas, flores, galho, restos de animais, enfim todos os detritos que são depositados no solo, vão se decompondo pela ação da umidade e dos microorganismos nele existente, até formar uma massa escura.

    A crescente necessidade de produzir alimentos, não podia e não pode esperando o húmus da natureza. O homem descobriu que a minhoca produz Húmus e que ele é tão bom quanto o natural.

    A minhoca ingere alimento, digere e expele cerca de 70% do que comeu sob a forma de pequenos grãos de Húmus. Isso a minhoca faz em muito menos tempo que a natureza.

    Cinco litros de minhoca são necessários para em 60 dias transformar um canteiro de esterco, de 10 m de comprimento por 1 m de largura e 40 cm de profundidade, no material que desempenha um papel vital na natureza: o Húmus.

    2.2. Como produzir

    1) Utilização do esterco - antes de ir para o canteiro, o esterco deve passar por um processo de cura. Faça um monte de aproximadamente 1,5 m de altura por 2 m de largura (o comprimento depende da quantidade de esterco).

    2) O esterco deve ir para os canteiros quando estiver escuro e a uma temperatura abaixo a 30° C .

    3) Poder ser usado resíduos vegetais da propriedade ou próxima a ela (casca de arroz, palha de café, restos de capim, etc.). Faça uma fermentação em separado, quando estiver decomposto, triture e misture ao esterco a ser curtido.

    4) Encha os canteiros do minhocario com este substrato preparado. Coloque cerca de 5 litros de minhocas Vermelhas da California* por m2 de canteiro.

    5) Após 50 - 60 dias colete o Húmus, separando as minhocas. Existem várias formas para retirar as minhocas dos canteiros de produção: captura manual, utilização de luz, sacos-iscas, separação com peneira ou canteiros duplos.

    2.3. Cuidados na construção dos canteiros

    • Construa o minhocário em terreno com uma leve inclinação, que receba um pouco de sol. Área de baixadas, sujeitas ao encharcamento, devem se evitadas.

 

 

  • Escolha área de fácil acesso para que o esterco possa chegar aos canteiros sem problema.

 

 

  • Ao projetar o minhocário leve em conta que cada canteiro de 10 m x 1 m precisa de um espaço de aproximadamente 35 m2, para facilitar o manejo suficiente para a passagem de pessoas, carrinhos ou tratores, se for o caso.

 

 

  • Construa os canteiros próximos a um reservatório ou poço, pois a água é um elemento importante na minhocultura.

 

 

  • Nunca deixe o meio em que as minhocas vivem encharcar, mantenha levemente úmido.

 

 

  • Minhoca detesta luz, calor e água em excesso. Portanto a cobertura é um item importante. O material a utilizar pode ser telha, lona, palha, etc.

 

2.4. A comida

As minhocas alimentam-se de qualquer tipo de vegetal desde que cortado em pedaços. Não devem ser adicionados quaisquer produtos animais. O grau de umidade deve ser verificado regularmente. Se as minhocas se acumularem nas camadas superiores provavelmente existe excesso de água e nesse caso deve-se descobrir o local . Se pelo contrário as minhocas se acumularem no fundo deve borrifar a área com água.

2.5. Manutenção das minhocas

Consoante a quantidade de resíduos produzida, deve alimentar regularmente as minhocas da seguinte forma:

7.      afaste a camada superior (cerca de 5 cm) para um dos lados;

8.      espalhe a comida uniformemente; e

9.      volte a cobrir.

 

2.6. Resolver potenciais problemas

As moscas não apresentam perigos para a saúde mas podem ser evitadas:

10.  Evite colocar alimentos podres na caixa das minhocas.

11.  Corte os alimentos em bocados pequenos, a decomposição é mais rápida e atrai menos moscas.

12.  Não dê comida a mais às minhocas. Enterre os alimentos na cama.

13.  Não deixe a cama ensopar, mantenha a umidade ideal.

14.  Dê às minhocas comida variada, não exagere nos citrinos porque as moscas gostam de ambientes ácidos.

15.  No caso de ter um problema com moscas, retire da caixa a comida em decomposição, coloque uma taça com vinagre e uma gota de detergente da louça perto, o que atrai as moscas e as mata.

10. Exponha o canteiro ao ar durante algumas horas mas sem luz direta.

11.Em último caso, tire as minhocas e faça uma nova cama.

2.7. Odores - causas e soluções.

16.  Cama muito molhada - junte mais tiras de jornal secas e não adicione comida com muita água, como por exemplo melão.

17.  Cama pouco arejada - revolva bem a cama para que o ar possa entrar.

18.  A comida pode cheirar mal - cebolas e brócolos não cheiram bem quando decompostos, retire estes alimentos do canteiro.

19.  Alimentos difíceis de compostar - carne, peixe, lacticínios e gorduras ficam rançosos quando estão em decomposição, não os ponha no canteiro.

20.  Devido ao excesso de resíduos colocados no canteiro. Interrompa a adição dos mesmos e revolva o material.

21.  Minhocas mortas - se a população estiver a baixar e as minhocas tentarem sair da caixa verifique qual se aplica.

22.  Cama muito molhada e as minhocas afogam-se - renovar a cama,

23.  Cama muito seca e as minhocas estão desidratando – borrifar água.

Pouca comida e as minhocas começam a comer os excrementos (que lhes são tóxicos) - está na altura de mudar a cama.

24.  As minhocas mortas decompõem-se rapidamente. Se não estiver atento pode ter uma caixa sem minhocas antes de se aperceber disso.

 

2.8. Propriedades gerais do húmus

  • É um produto natural, produzido biologicamente, que não agride o meio ambiente, mantendo a biologia dos solos intacta;
  • Melhora as propriedades físicas, químicas e biológicas dos solos, ajudando a recuperação de solos quando degradados;
  • É fonte de nutrientes para as plantas, especialmente de N, P, K, Ca e Mg;
  • Impede a compactação de solos argilosos e promove a agregação de solos arenosos;
  • Aumenta a capacidade de retenção de nutrientes dos solos;
  • A liberação dos nutrientes ocorre mais lentamente, diminuindo as perdas por lavagem pela água das chuvas ou de irrigação;
  • Potencializa a ação dos adubos químicos quando utilizados em conjunto;
  • Reduz a toxidez provocada pelo uso de agrotóxico

 

2.9. Importância do húmus para o solo e espécies florestais/ frutíferas

O alto custo dos fertilizantes químicos bem como a redução de algumas jazidas minerais, aliado a contaminação de recursos hídricos tem levado a encontrar alternativas de adubos orgânicos. No meio de uma série de fontes orgânicas existe a alternativa de utilização do vermicomposto ou húmus de minhoca para a produção de mudas florestais. (Schumacher et. al., 2001).

O húmus de minhoca tem várias vantagens (Minhocultura, 2003), a saber: aumenta e conserva a fertilidade do solo; melhora a vida biológica, com o desenvolvimento de bactérias fixadoras de nitrogênio e fungos com a proliferação dos microrganismos; favorece a observação dos micro e macronutrientes pelas raízes das plantas, tornando-as sadias e resistentes às pragas; reduz ou elimina efeitos tóxicos do solo; é riquíssimo em população microbiana fixadora de nitrogênio; controla o grau de acidez do solo, mantendo o pH estável; torna o solo mais solto, reduzindo ou evitando sua compactação; suaviza os efeitos da erosão, através da melhoria da estrutura do solo; não introduz no solo semente indesejável, pragas, impurezas, ervas daninhas, etc., o que normalmente acontece nos estercos animais; introduz no solo além das minhocas vivas, seus casulos (ovos), cuja ação benéfica é irrefutável; e pode ser utilizado em contato direto com as raízes e com os brotos mais delicados, sem causar queima; impede que os nutrientes da planta se percam por volatilização ou lixiviação; facilita a absorção e a entrada de água; favorece a drenagem evitando encharcamentos; aumenta a resistência das plantas às pragas e doenças; antecipa e prolonga as floradas durante as secas; não queima as plantas novas; não polui e não contamina o ambiente.

Em comparação à camada natural do solo, o húmus de minhoca possui: cinco vezes mais cálcio, duas vezes mais magnésio, sete vezes mais fósforo e onze vezes mais potássio (Minhocultura, 2003)

Experiências têm sido feitas com o uso de vermicomposto como parte do substrato na produção de mudas, bem como no plantio de espécies florestais e/ou frutíferas.

Caldeira et. al. (2000) utilizaram diferentes doses de vermicomposto (0; 5,0; 10,0; 15,0 e 20,0 cm em tubetes com capacidade de receber aproximadamente 50 cm3 de substrato no crescimento de mudas de Eucalyptus saligna Smith, juntamente com casca decomposta de Pinus sp mais vermiculita na proporção volumétrica de 1:1. Houve efeito do vermicomposto em todas as doses no desenvolvimento das mudas. Não houve estabilização nas respostas, constatando assim que doses maiores poderiam ser usadas.

Mudas de caroba (Jacaranda micrantha Chamisso) foram produzidas utilizando substrato com casca de Pinus sp associado a vermiculita, com 5 doses de vermicomposto (0, 56; 112; 168 e 224 cm3), em tubetes com capacidade de 280 cm3 usando condições de casa-de-vegetação. Aos 120 dias de idade, as mudas responderam de maneira distinta às doses usadas. Conclui-se que se deve usar uma dose entre 168 (60%) e 224 cm3 (80%) de vermicomposto (Tedesco et. al, 1999).

Casagrande Jr. et. al. (1996) testaram o efeito da adição de materiais orgânicos ao solo no crescimento de mudas de araçazeiro (Psidium cattleyanum Sabine) provenientes de sementes. As mudas foram produzidas em tubetes plásticos utilizando os seguintes substratos: solo + vermicomposto (1:1 e 3:1), solo+ esterco bovino curtido (1:1 e 3:1), solo+composto de lixo urbano (1:1 e 3:1), solo + vermicomposto+ esterco bovino curtido+composto de lixo urbano (1:1:1:1 v/v) e, solo. A conclusão do trabalho foi de que a adição de materiais orgânicos melhorou o crescimento das mudas, mas o vermicomposto é que proporcionou as melhores respostas (1:1 e 3:1 v/v) .

Já em condições de plantio no campo, ao utilizar-se o vermicomposto no momento de instalação de mudas de freijó-louro (Cordia alliodora (Ruiz & Pav.) Oken) testou-se o efeito de sete dosagens de vermicomposto variando de zero a seis quilos por cova incorporado ao solo antes do plantio da muda no crescimento de freijó-louro em solos de baixa fertilidade. Aos 36 meses após o plantio concluiu que se pode recomendar 2 kg de vermicomposto incorporadas ao solo na cova, durante a implantação de povoamento de freijó-louro em solos de baixa fertilidade (Vieira et. al, 2001). Quando for em solos ácidos, recomenda-se incorporar calcário, pois as minhocas não suportam acidez elevada.

BIBLIOGRAFIA

CALDEIRA, M.V.W.; SCHUMACHER, M.V.; BARICHELLO, L.R.; VOGEL, H.L.M.; OLIVEIRA, L. da S. Crescimento de mudas de Eucalyptus saligna Smith em função de diferentes doses de vermicomposto. Floresta, Curitiba, v. 28, n. 1 e 2, p. 19-30, jun./dez. 1998, publicada em out. 2000.

CASAGRANDE JR., J.G.; VOLTOLINI, J.A. ; HOFFMANN, A.; FACHINELLO, J.C. Efeito de materiais orgânicos no crescimento de mudas de araçazeiro (Psidium cattleyanum Sabine). Revista Brasileira de Agrociência,v.2, n.3, p. 187-191, set.-dez 1996.

GUIMARÃES, A. A. Portal da minhoca. Disponível em: http://www.minhobox.com.br. Acessado em maio de 2003.

Minhocultura. Disponível em:www.planeta.terra.com.br/informatica/ zerenato/minhocas.html Acessado em: 25 maio 2003.

Schumacher, M.V.; CALDEIRA, M.V.W.; OLIVEIRA, E.R.V. de; PIROLI, E.S. Influência do vermicomposto na produção de mudas de Eucalyptus grandis W. Hill ex Maiden. Ciência Florestal, Santa Maria, v.11, n.2, p.121-130, 2001.

SAMPLE SOLUÇÕES. Zoologia I. Disponível em: http://www.biomania.com. Acessado em maio, 2003.

TEDESCO, N.; CALDEIRA, M.V.W.; SCHUMACHER, M.V. Influência do vermicomposto na produção de mudas de caroba (Jacaranda micrantha Chamisso). Revista Árvore, Viçosa, v. 23, n.1, p. 1-8, 1999.

VIEIRA, A H.; MARTINS, E.P.; PEQUENO, P.L. de L.; LOCATELLI, M. Utilização de vermicomposto em plantios de freijo-louro em solos de baixa fertilidade. Porto Velho, Embrapa Rondônia, Comunicado Técnico 206, 2p., 2001.

 



 

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